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Apresentação do presidente da SINCAL, Sr. Armando Mattiello, na Audiência Pública “Cenário da Política pública Brasileira para o Café”.

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quarta-feira, 29 de julho de 2020

Funrural: bancada do agro e Paulo Guedes buscam solução para passivo


Parlamentares saíram satisfeitos de reunião com ministro da Economia, pois governo mostrou interesse em resolver rapidamente a questão

08 de outubro de 2019 às 18h13
Por Canal Rural, com informações de Adriana Cardoso


A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu em Brasília com o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta terça-feira, 8, para buscar uma solução para a questão do passivo do Funrural. Os parlamentares saíram satisfeitos da reunião, já que o governo mostrou interesse em resolver o assunto, sem que o produtor rural seja penalizado.

De acordo com o deputado federal Neri Geller (PP-MT), haverá um encontro com a Receita Federal em oito dias para tratar do tema e, em duas semanas, uma nova reunião com a equipe técnica dos ministérios da Economia e da Agricultura. O objetivo é chegar a uma solução “palatável”, do ponto de vista econômico, e definir de onde viriam os recursos para resolver a questão do passivo do Funrural, diz Geller.

O deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) afirma que ainda não se sabe que formato terá essa solução, se por remissão da dívida, por emenda constitucional ou outra fórmula. Mas, segundo ele, o mais importante é que o ministro indicou que o assunto será resolvido.


Vice-presidente da FPA, o deputado Sérgio Souza (MDB-PR) disse, em nota, que a nova reunião com o ministro da Economia terá a presença do secretário especial da Receita Federal, José Tostes. “Ele aventou a possibilidade de a solução vir na Proposta de Emenda à Constituição da reforma tributária, mas ainda não sabemos como será”, afirma no texto.


quinta-feira, 16 de julho de 2020

FUNRURAL: Autoridades relatam que a luta sobre o endividamento rural já alcançou 70% de vitória.


Funrural: autoridades relatam que a luta sobre o endividamento rural já alcançou 70% de vitória.

Funrural é a sigla para Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural, destinado para a contribuição social. Seu recolhimento é obrigatório e essencial para que o empregador rural possa se aposentar.

Para falar sobre o Funrural, endividamento rural e segurança jurídica, Jerônimo Goergen, Jeferson da Rocha e Armando Mattiello participaram do Encontro com Gigantes.

Jerônimo Goergen é Deputado Federal do Rio Grande do Sul e coordenador da comissão de direito de propriedade da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Jeferson da Rocha é diretor jurídico e presidente da Comissão de Assuntos Tributários e do Agronegócio da Associação Nacional de Defesa dos Agricultores, Pecuaristas e Produtores da Terra (Andaterra). Armando Mattiello é presidente da Associação dos Cafeicultores do Brasil (SINCAL).

O evento é promovido pela Verde, empresa que produz o fertilizante K Forte®.

A conversa pode ser vista na íntegra aqui:



Ao falar do endividamento rural, o Deputado Federal do RS, Jerônimo Goergen, relatou que já aconteceram uma série de movimentos políticos e foram vencidas muitas etapas, assim como, a decadência dessa dívida, mas ele espera justiça e resolução do problema que, como ele disse, é do produtor, é do adquirente:

“A atual situação é que o Governo está jogando toda a solução na reforma tributária, causando inúmeras injustiças. Isso me deixa muito triste, pois é uma questão do Estado Brasileiro, uma promessa política, que precisa ser resolvida”.

Jeferson da Rocha, fez um breve retrospecto histórico da questão do Funrural no aspecto jurídico. E destacou o caso do Funrural como o mais emblemático de insegurança jurídica já vivenciada pelo setor primário brasileiro:

“Nós tivemos no ano de 2010 um julgamento do Supremo Tribunal Federal, à unanimidade, por 11x0, os ministros da corte julgaram por inconstitucional o Funrural. E externaram esse posicionamento de uma forma muito clara para os jurisdicionados, para os produtores, inclusive usando os próprios meios de comunicação do STF oficiais: Produtor, trabalhador rural (pessoa física) não precisa mais recolher o Funrural sobre a receita bruta”.

Para o diretor jurídico e presidente da Andaterra os produtores rurais, ao verem esse tipo de informação, entenderiam que estariam exonerados no tributo e que não precisariam mais pagar o tributo Funrural.

“Só aqui no escritório, em ações coletivas, mais de 70 mil produtores, seguramente, buscaram apoio em relação ao pagamento indevido dos últimos 5 anos”.

Em quase uma década essa decisão vigorou, conforme Jeferson Rocha. No entanto, no julgamento de março de 2017, para a surpresa, o STF julgou outro caso e acabou revendo o posicionamento, voltou atrás e decide que o tributo agora é constitucional. E o pior: O produtor tem que devolver tudo aquilo que no período que vigorava a jurisprudência anterior deixou de recolher.

Isso tudo, como informou Rocha criou uma instabilidade e revolta, uma sensação de descrédito no poder judiciário sem precedente. O que motivou os produtores a se mobilizarem politicamente, pois no aspecto jurídico havia pouco a se fazer.

Dessa maneira, a Andaterra encontrou uma brecha para tentar modificar esse problema, com a resolução 15 em 2017. Juntamente com o Movimento da Praça, que aconteceu em Brasília do mesmo ano.

“Com isso conseguimos ganhar muito tempo e conquistamos parcerias políticas. Como por exemplo, o Deputado Federal, Jerônimo Goergen, que entrou com o projeto de lei que serviu de motivação para a luta dos produtores, para que não aceitem essa decisão injusta”.

Ele afirma, ainda, que devido a essa incansável luta do Funrural, os anos de dívidas de 2010 a 2014, foram eliminados com o tempo. E se fosse colocado numa balança, tanto no aspecto político, quanto jurídico, 70% do problema foi resolvido em 3 anos.

Armando Mattiello, presidente da Associação dos Cafeicultores do Brasil, salienta que no caso do café são produzidas hoje 60 milhões de sacas e 70% dessa matéria prima (cerca de 40 milhões) é exportada. E 20 milhões de sacas ficam para o mercado interno. Uma vitória importante do Dr. Jeferson.

“Para ele o Funrural, que equivale a 2,1% sobre a receita bruta, é uma enorme sobrecarga para o agronegócio. Essa união de líderes é que estamos precisando. Já não está tendo margem, ainda incidem mais tributos”.

Não perca os próximos eventos! Confira toda a programação do Encontro com Gigantes e faça sua inscrição pelo link: www.kforte.com.br/encontrocomgigantes

Jerônimo Pizzolotto Goergen é Deputado Federal do Rio Grande do Sul pelo Partido Progressista (PP). Jerônimo Goergen ampliou sua ligação com a agricultura durante o seu trabalho como assessor do ex-ministro Marcus Vinícius Pratini de Moraes, em 2001 e 2002, época em que este era Ministro da Agricultura e Abastecimento.

O Deputado Jerônimo Goergen é formado em Direito pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) e pós-graduado em Direito Empresarial pela Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Jeferson da Rocha é advogado, sócio da FCA Advogados, Diretor Jurídico e Presidente da Comissão de Assuntos Tributários e do Agronegócio da Associação Nacional de Defesa dos Agricultores (Andaterra). Jeferson da Rocha também é produtor rural em Campos Novos, Santa Catarina.

Já atuou como Presidente da Comissão de Direito Agrário e Questões do Agronegócio da Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina (OAB/SC). Jeferson da Rocha é Bacharel em Direito pela Universidade do Sul de Santa Catarina.

Armando Mattiello é produtor de café em Guapé, município de Minas Gerais e presidente da Associação dos Cafeicultores do Brasil (SINCAL). Formado em Engenharia Agronômica e com M.B.A. pela Fundação Getúlio Vargas, Armando tem mais de 40 anos de experiência na cafeicultura, sendo um nome de destaque entre os produtores de café do sul de Minas Gerais.

Sobre o autor: Cristiano Veloso é especialista em Sustainable Business Strategy pela Harvard Business School, Estados Unidos, mestre pela University of East Anglia, Reino Unido e bacharel em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais. Cristiano é fundador e CEO da Verde Agritech Plc (“Verde”), mineradora inglesa listada na Bolsa de Valores de Toronto. Tem ampla experiência e conhecimento nos setores agrícola e mineral. A frente da Verde, Cristiano lidera uma empresa inovadora cujo propósito é melhorar a saúde das pessoas e do Planeta.


quarta-feira, 8 de julho de 2020

Presidente da SINCAL participará de debate sobre Funrural: Endividamento rural e segurança jurídica


Acesse: www.kforte.com.br/encontrocomgigantes inscreva-se e participe.

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Confira entrevista com participação do presidente da SINCAL, Sr. Armando Mattiello

Especialistas do mercado de café falam sobre como aumentar a rentabilidade da lavoura em tempos de crise

Como manter a lavoura rentável em tempos turbulentos e incertos?

Como fazer com que o cafeeiro continue produzindo em quantidade e qualidade?

Essas são questões que certamente estão na mente dos produtores de café brasileiros atualmente.

Para discutir sobre esses questionamentos, Armando Mattiello, Fred Elias e Felipe Lemos, especialistas do mercado cafeicultor, se reuniram em um evento online gratuito.

A conversa ocorreu durante o evento “Encontro com Gigantes – Café: É possível aumentar produtividade e ainda reduzir custos?”.

O debate foi promovido pela Verde, empresa que produz o fertilizante K Forte®, no dia 28 de abril de 2020.

Sob a mediação do fundador e CEO da Verde, Cristiano Veloso, os palestrantes conversaram sobre como o consumo de café deve se manter mesmo em meio à crise atual e como os produtores precisam se adaptar para conseguir continuar produzindo e tendo rentabilidade.

Armando Mattiello, presidente da Associação dos Cafeicultores do Brasil (SINCAL), avaliou que o consumo do café deve se manter estável mesmo em meio à atual situação social e econômica, já que mesmo com a diminuição do consumo em cafeterias e outros locais, as pessoas ainda bebem café em casa.

Ele também falou sobre como os produtores devem ter o foco na rentabilidade da lavoura e é preciso que se tenha uma mudança de visão do mercado:

“Café não é commodity. Cada região tem um café com suas propriedades únicas, suas qualidades e características. Nós temos que fazer essa diferenciação de café pelas regiões e agregar valor. O Brasil produz não só um café, mas muitos cafés e é preciso investir nisso de um ponto de vista do marketing.”

Fred Elias, atual presidente da Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio-MG (ACARPA), também falou sobre a importância de ter o foco na rentabilidade da lavoura.

Para ele, é preciso ter um olhar atento ao que traz impactos sobre esse parâmetro e modificar o que for preciso, criando uma nova cultura:

“Criar uma cultura de sempre ser melhor, fazer as coisas melhores, ser mais motivado. O que é ser melhor? Gerar o melhor lucro possível. O lucro mede a satisfação dos seus clientes e beneficia todo mundo: clientes, funcionários, fornecedores e o próprio produtor.”

Entre as maneiras de se melhorar a rentabilidade, reduzindo os custos e aumentando os lucros, os especialistas destacam que é preciso estar disposto a utilizar medidas para que a lavoura seja mais eficiente, como podas, manejos de solo diferentes e novas tecnologias.

Outro ponto importante citado pelos especialistas é a valorização da produção nacional de café e dos insumos agrícolas nacionais, principalmente em tempos de variações cambiais constantes:

“Quem tá por dentro do mercado sabe a dificuldade que é trazer uma tonelada de adubo de fora”, diz Felipe Lemos, sócio proprietário da Cafex Consultoria Agronômica.

Felipe Lemos também falou sobre como os produtores devem se preparar para enfrentar as dificuldades trazidas pela crise: “Faça a sua lavoura produtiva, cuide bem do seu negócio, não se contente com o convencional, tenha pessoas boas ao seu lado”.

Armando Mattiello, além de presidente da SINCAL, é produtor de café em Guapé, município de Minas Gerais.

Formado em Engenharia Agronômica e com M.B.A. pela Fundação Getúlio Vargas, Armando tem mais de 40 anos de experiência na cafeicultura, sendo um nome de destaque entre os produtores de café do sul de Minas Gerais.

Fred Elias, que está como presidente da ACARPA, é empresário e produtor rural, Frederico é formado em Administração de Empresas pela Faculdade COC de Ribeirão Preto.

Além da experiência na agricultura, Frederico tem experiência na pecuária leiteira, na geração e comercialização de energia elétrica e na incorporação imobiliária.

Já Felipe Lemos, além de atuar na Cafex Consultoria Agronômica, tem formação em Ciências Agrárias pela Universidade Federal de Lavras e em Engenharia Agronômica e Manejo do Solo pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ).

Especialista em cafeicultura, Felipe Lemos possui experiência em consultoria e gestão tecnológica de culturas de café.

A conversa com Armando Mattiello, Fred Elias e Felipe Lemos pode ser vista na íntegra a seguir:


No dia 30 de abril, às 17h00h, a Verde promove o evento "Encontro com Gigantes - Crédito para o Agro: O que muda no cenário atual?".

Os convidados são Jonatas Couri, sócio-fundador da Leaf Capital Partners; Marina Fusco Piccini, fundadora da AgroSchool; e Renato de Souza Barros Frascino, líder em agronegócio do Grupo Gaia Agro Securitizadora S.A.

A participação é online e gratuita. As inscrições podem ser feitas pelo link: https://www.kforte.com.br/encontrocomgigantes/.

Se preferir, você poderá participar pelo telefone. As informações detalhadas serão enviadas após a inscrição.

Sobre o autor: Cristiano Veloso é fundador e CEO da Verde Agritech Plc (“Verde”), mineradora inglesa listada na Bolsa de Valores de Toronto. Tem ampla experiência e conhecimento nos setores agrícola e mineral. Cristiano é especialista em Sustainable Business Strategy pela Harvard Business School, mestre em Direito pela University of East Anglia e bacharel em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais. A frente da Verde, Cristiano lidera uma empresa inovadora cujo propósito é melhorar a saúde das pessoas e do Planeta.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Em Itabela, cafeicultores fazem mobilização por condições dignas para sobrevivência do setor


Postada em 24/01/2020 15:09:57 | Atualizada em 24/01/2020 15:10:42


   Cafeicultores de Itabela e região fizeram rápida, ordeira e pacífica mobilização nesta manhã de sexta-feira (24) na BR-101, em busca de condições dignas e justas para sobrevivência da cafeicultura local, regional e brasileira, que atravessa momentos de preocupação.

   Entre os principais pleitos do movimento, que acontece também nos Estados produtores de Rondônia, Espirito Santo e Minas Gerais, estão: preços justos, renegociação de dívidas com agentes financeiros e cooperativas, com juros civilizados, carência e prazo, redução da carga tributária, e criação da Organização dos Países Produtores de Café (OCAFE), para dar dignidade e rentabilidade aos cafeicultores, hoje sujeitos a manipulações por entidades que operam no mercado cafeeiro.



   Com apoio da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Militar, tudo transcorreu dentro da mais absoluta normalidade, como anunciado pelo presidente do Sindicato dos Produtores Rurais, Gilberto Borlini.

   Presentes, prestigiando e participando da movimentação ao lado da classe produtora, estiveram dirigentes de sindicatos, associações, entidades da sociedade civil, empresas ligadas ao setor da cafeicultura, dirigentes do setor público, secretários e assessores municipais, veículos de comunicação locais e regionais.


   Após rápida paralisação, sem causar transtornos ao livre trânsito de veículos na BR-101, foi hasteada a Bandeira Brasileira, o público presente cantou solenemente o Hino Nacional, foram distribuídos folhetos alusivos ao evento, e em seguida encerrada a movimentação.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Cafeicultores do Espirito Santo, Bahia, Minas Gerais e Rondônia organizam manifestações em prol da cafeicultura

Cafeicultores do Espirito Santo, Bahia, Minas Gerais e Rondônia organizam manifestações para demonstrar indignação e reivindicar melhorias nas políticas do setor cafeeiro. confira a programação abaixo:










segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

SINCAL propõe criação da OCAFÉ - Organização dos Países Produtores de Café


Os cafeicultores brasileiros estão percebendo que provocaram um mecanismo para arrancar o café da mão do cafeicultor a preço vil, tornando-o refém desse sistema praticamente criminoso. Todas as medidas nos últimos anos foram totalmente contra os cafeicultores tais como: 

1 – Fixação do preço mínimo abaixo do custo de produção;

2 – Trocas de insumos por café com preços dos insumos mais caros que em outras culturas;

3 – Vencimentos das trocas todas na mesma época, início de setembro, em plena colheita. O mercado sabendo disso joga o preço para baixo como bem entende. Essa atitude vem de forma ilegal ao Manual de Crédito Rural que reza os vencimentos das operações 90 dias após a colheita, ou seja, dezembro;

4 – Verbas do FUNCAFE destinadas às maiores cooperativas, Indústrias e, sendo repassado um valor insignificante aos cafeicultores;

5 – Café torrado e café torrado e moído de péssima qualidade no mercado interno num verdadeiro crime contra os consumidores brasileiros;

6 – Foi vendido o estoque da Conab num ano de alta produção para diminuir ainda mais o preço aos produtores. Ficamos zerados de estoques reguladores;

7 – Não foram divulgados os estoques das Cooperativas deixando os cafeicultores desinformados;

8 – Não existem leis que impendem torrar qualquer tipo de café, escolhas, palhas e até cereais misturados;

9 – Em anos de altas produções não foi feito estoque reguladores de café para elevar os preços;

10 – As exportações são realizadas no sistema Veiling Holandês, ou seja, leilão ao reverso e sempre vendendo com preços abaixo da base de Nova York e exportando mais barato que praticamente todos os principais países;

11 – Não incentivam e inibem transformar o custeio em estocagem e vice-versa, prática essa que segurava o café na mão dos cafeicultores, diminuindo a pressão da oferta;

12 – Os cafés quando são depositados em algumas cooperativas são descaracterizados e misturados com outros cafés, provocando uma “comoditização” desnecessária diminuindo o preço dos melhores cafés;

13 – Não fornecem e nem fomentam a emitir recibo do depósito e classificação, impedindo que os cafeicultores possam buscar agentes financeiros para fazerem estocagem e, qualquer banco faz essa operação.

Ainda existem muitos outros itens praticados, como o assunto da MANIPULAÇÃO DA OIC, QUE É UM DESCALABRO! Não podemos aceitar essas manipulações.

Prezados cafeicultores fiz questão de citar todas essas ações contra o setor produtivo para reforçar e os senhores ficarem cada vez mais cientes que só temos uma saída para acabar com todas essas mazelas contra os cafeicultores. A Saída é a criação da OCAFE - Organização dos Países Produtores de Café. Vamos continuar reféns de todas essas maldades impostas trazendo pobreza aos cafeicultores e deixarmos nossos filhos sucumbindo por falta de recursos ou vamos criar a OCAFE?

Não temos saída! Leiam tudo que citei, há uma maneira inteligente para todos que é a OCAFÉ. Por favor, pensem nos senhores, pensem nas suas famílias, pensem nos trabalhadores rurais, pensem na sociedade dos 1.700 municípios brasileiros de dependem do café, pensem no nosso país, pensem na agenda 2030. Não temos como resgatar a nossa dignidade e passarmos para uma situação de solução de tantos problemas. Agarrem com todas suas forças e vamos lutar em conjunto e UNIDOS pela OCAFÉ.

Atenciosamente,


Armando Mattiello
Presidente da SINCAL