Confira

Apresentação do presidente da SINCAL, Sr. Armando Mattiello, na Audiência Pública “Cenário da Política pública Brasileira para o Café”.

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quarta-feira, 8 de julho de 2020

Presidente da SINCAL participará de debate sobre Funrural: Endividamento rural e segurança jurídica


Acesse: www.kforte.com.br/encontrocomgigantes inscreva-se e participe.

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Confira entrevista com participação do presidente da SINCAL, Sr. Armando Mattiello

Especialistas do mercado de café falam sobre como aumentar a rentabilidade da lavoura em tempos de crise

Como manter a lavoura rentável em tempos turbulentos e incertos?

Como fazer com que o cafeeiro continue produzindo em quantidade e qualidade?

Essas são questões que certamente estão na mente dos produtores de café brasileiros atualmente.

Para discutir sobre esses questionamentos, Armando Mattiello, Fred Elias e Felipe Lemos, especialistas do mercado cafeicultor, se reuniram em um evento online gratuito.

A conversa ocorreu durante o evento “Encontro com Gigantes – Café: É possível aumentar produtividade e ainda reduzir custos?”.

O debate foi promovido pela Verde, empresa que produz o fertilizante K Forte®, no dia 28 de abril de 2020.

Sob a mediação do fundador e CEO da Verde, Cristiano Veloso, os palestrantes conversaram sobre como o consumo de café deve se manter mesmo em meio à crise atual e como os produtores precisam se adaptar para conseguir continuar produzindo e tendo rentabilidade.

Armando Mattiello, presidente da Associação dos Cafeicultores do Brasil (SINCAL), avaliou que o consumo do café deve se manter estável mesmo em meio à atual situação social e econômica, já que mesmo com a diminuição do consumo em cafeterias e outros locais, as pessoas ainda bebem café em casa.

Ele também falou sobre como os produtores devem ter o foco na rentabilidade da lavoura e é preciso que se tenha uma mudança de visão do mercado:

“Café não é commodity. Cada região tem um café com suas propriedades únicas, suas qualidades e características. Nós temos que fazer essa diferenciação de café pelas regiões e agregar valor. O Brasil produz não só um café, mas muitos cafés e é preciso investir nisso de um ponto de vista do marketing.”

Fred Elias, atual presidente da Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio-MG (ACARPA), também falou sobre a importância de ter o foco na rentabilidade da lavoura.

Para ele, é preciso ter um olhar atento ao que traz impactos sobre esse parâmetro e modificar o que for preciso, criando uma nova cultura:

“Criar uma cultura de sempre ser melhor, fazer as coisas melhores, ser mais motivado. O que é ser melhor? Gerar o melhor lucro possível. O lucro mede a satisfação dos seus clientes e beneficia todo mundo: clientes, funcionários, fornecedores e o próprio produtor.”

Entre as maneiras de se melhorar a rentabilidade, reduzindo os custos e aumentando os lucros, os especialistas destacam que é preciso estar disposto a utilizar medidas para que a lavoura seja mais eficiente, como podas, manejos de solo diferentes e novas tecnologias.

Outro ponto importante citado pelos especialistas é a valorização da produção nacional de café e dos insumos agrícolas nacionais, principalmente em tempos de variações cambiais constantes:

“Quem tá por dentro do mercado sabe a dificuldade que é trazer uma tonelada de adubo de fora”, diz Felipe Lemos, sócio proprietário da Cafex Consultoria Agronômica.

Felipe Lemos também falou sobre como os produtores devem se preparar para enfrentar as dificuldades trazidas pela crise: “Faça a sua lavoura produtiva, cuide bem do seu negócio, não se contente com o convencional, tenha pessoas boas ao seu lado”.

Armando Mattiello, além de presidente da SINCAL, é produtor de café em Guapé, município de Minas Gerais.

Formado em Engenharia Agronômica e com M.B.A. pela Fundação Getúlio Vargas, Armando tem mais de 40 anos de experiência na cafeicultura, sendo um nome de destaque entre os produtores de café do sul de Minas Gerais.

Fred Elias, que está como presidente da ACARPA, é empresário e produtor rural, Frederico é formado em Administração de Empresas pela Faculdade COC de Ribeirão Preto.

Além da experiência na agricultura, Frederico tem experiência na pecuária leiteira, na geração e comercialização de energia elétrica e na incorporação imobiliária.

Já Felipe Lemos, além de atuar na Cafex Consultoria Agronômica, tem formação em Ciências Agrárias pela Universidade Federal de Lavras e em Engenharia Agronômica e Manejo do Solo pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ).

Especialista em cafeicultura, Felipe Lemos possui experiência em consultoria e gestão tecnológica de culturas de café.

A conversa com Armando Mattiello, Fred Elias e Felipe Lemos pode ser vista na íntegra a seguir:


No dia 30 de abril, às 17h00h, a Verde promove o evento "Encontro com Gigantes - Crédito para o Agro: O que muda no cenário atual?".

Os convidados são Jonatas Couri, sócio-fundador da Leaf Capital Partners; Marina Fusco Piccini, fundadora da AgroSchool; e Renato de Souza Barros Frascino, líder em agronegócio do Grupo Gaia Agro Securitizadora S.A.

A participação é online e gratuita. As inscrições podem ser feitas pelo link: https://www.kforte.com.br/encontrocomgigantes/.

Se preferir, você poderá participar pelo telefone. As informações detalhadas serão enviadas após a inscrição.

Sobre o autor: Cristiano Veloso é fundador e CEO da Verde Agritech Plc (“Verde”), mineradora inglesa listada na Bolsa de Valores de Toronto. Tem ampla experiência e conhecimento nos setores agrícola e mineral. Cristiano é especialista em Sustainable Business Strategy pela Harvard Business School, mestre em Direito pela University of East Anglia e bacharel em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais. A frente da Verde, Cristiano lidera uma empresa inovadora cujo propósito é melhorar a saúde das pessoas e do Planeta.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Em Itabela, cafeicultores fazem mobilização por condições dignas para sobrevivência do setor


Postada em 24/01/2020 15:09:57 | Atualizada em 24/01/2020 15:10:42


   Cafeicultores de Itabela e região fizeram rápida, ordeira e pacífica mobilização nesta manhã de sexta-feira (24) na BR-101, em busca de condições dignas e justas para sobrevivência da cafeicultura local, regional e brasileira, que atravessa momentos de preocupação.

   Entre os principais pleitos do movimento, que acontece também nos Estados produtores de Rondônia, Espirito Santo e Minas Gerais, estão: preços justos, renegociação de dívidas com agentes financeiros e cooperativas, com juros civilizados, carência e prazo, redução da carga tributária, e criação da Organização dos Países Produtores de Café (OCAFE), para dar dignidade e rentabilidade aos cafeicultores, hoje sujeitos a manipulações por entidades que operam no mercado cafeeiro.



   Com apoio da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Militar, tudo transcorreu dentro da mais absoluta normalidade, como anunciado pelo presidente do Sindicato dos Produtores Rurais, Gilberto Borlini.

   Presentes, prestigiando e participando da movimentação ao lado da classe produtora, estiveram dirigentes de sindicatos, associações, entidades da sociedade civil, empresas ligadas ao setor da cafeicultura, dirigentes do setor público, secretários e assessores municipais, veículos de comunicação locais e regionais.


   Após rápida paralisação, sem causar transtornos ao livre trânsito de veículos na BR-101, foi hasteada a Bandeira Brasileira, o público presente cantou solenemente o Hino Nacional, foram distribuídos folhetos alusivos ao evento, e em seguida encerrada a movimentação.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Cafeicultores do Espirito Santo, Bahia, Minas Gerais e Rondônia organizam manifestações em prol da cafeicultura

Cafeicultores do Espirito Santo, Bahia, Minas Gerais e Rondônia organizam manifestações para demonstrar indignação e reivindicar melhorias nas políticas do setor cafeeiro. confira a programação abaixo:










segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

SINCAL propõe criação da OCAFÉ - Organização dos Países Produtores de Café


Os cafeicultores brasileiros estão percebendo que provocaram um mecanismo para arrancar o café da mão do cafeicultor a preço vil, tornando-o refém desse sistema praticamente criminoso. Todas as medidas nos últimos anos foram totalmente contra os cafeicultores tais como: 

1 – Fixação do preço mínimo abaixo do custo de produção;

2 – Trocas de insumos por café com preços dos insumos mais caros que em outras culturas;

3 – Vencimentos das trocas todas na mesma época, início de setembro, em plena colheita. O mercado sabendo disso joga o preço para baixo como bem entende. Essa atitude vem de forma ilegal ao Manual de Crédito Rural que reza os vencimentos das operações 90 dias após a colheita, ou seja, dezembro;

4 – Verbas do FUNCAFE destinadas às maiores cooperativas, Indústrias e, sendo repassado um valor insignificante aos cafeicultores;

5 – Café torrado e café torrado e moído de péssima qualidade no mercado interno num verdadeiro crime contra os consumidores brasileiros;

6 – Foi vendido o estoque da Conab num ano de alta produção para diminuir ainda mais o preço aos produtores. Ficamos zerados de estoques reguladores;

7 – Não foram divulgados os estoques das Cooperativas deixando os cafeicultores desinformados;

8 – Não existem leis que impendem torrar qualquer tipo de café, escolhas, palhas e até cereais misturados;

9 – Em anos de altas produções não foi feito estoque reguladores de café para elevar os preços;

10 – As exportações são realizadas no sistema Veiling Holandês, ou seja, leilão ao reverso e sempre vendendo com preços abaixo da base de Nova York e exportando mais barato que praticamente todos os principais países;

11 – Não incentivam e inibem transformar o custeio em estocagem e vice-versa, prática essa que segurava o café na mão dos cafeicultores, diminuindo a pressão da oferta;

12 – Os cafés quando são depositados em algumas cooperativas são descaracterizados e misturados com outros cafés, provocando uma “comoditização” desnecessária diminuindo o preço dos melhores cafés;

13 – Não fornecem e nem fomentam a emitir recibo do depósito e classificação, impedindo que os cafeicultores possam buscar agentes financeiros para fazerem estocagem e, qualquer banco faz essa operação.

Ainda existem muitos outros itens praticados, como o assunto da MANIPULAÇÃO DA OIC, QUE É UM DESCALABRO! Não podemos aceitar essas manipulações.

Prezados cafeicultores fiz questão de citar todas essas ações contra o setor produtivo para reforçar e os senhores ficarem cada vez mais cientes que só temos uma saída para acabar com todas essas mazelas contra os cafeicultores. A Saída é a criação da OCAFE - Organização dos Países Produtores de Café. Vamos continuar reféns de todas essas maldades impostas trazendo pobreza aos cafeicultores e deixarmos nossos filhos sucumbindo por falta de recursos ou vamos criar a OCAFE?

Não temos saída! Leiam tudo que citei, há uma maneira inteligente para todos que é a OCAFÉ. Por favor, pensem nos senhores, pensem nas suas famílias, pensem nos trabalhadores rurais, pensem na sociedade dos 1.700 municípios brasileiros de dependem do café, pensem no nosso país, pensem na agenda 2030. Não temos como resgatar a nossa dignidade e passarmos para uma situação de solução de tantos problemas. Agarrem com todas suas forças e vamos lutar em conjunto e UNIDOS pela OCAFÉ.

Atenciosamente,


Armando Mattiello
Presidente da SINCAL

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

SINCAL encaminha ofício à OIC.


Confira abaixo ofício da SINCAL encaminhado ao Diretor Executivo da OIC, Sr. José Sette.