Confira

Apresentação do presidente da SINCAL, Sr. Armando Mattiello, na Audiência Pública “Cenário da Política pública Brasileira para o Café”.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

EXPLORAÇÃO DESUMANA : Vejam abaixo o artigo publicado pelo jornalista e, nosso defensor Fernando Morales do CAFÉ FOR CHANGE .



A SINCAL endossa as palavras do Fernando Morales que demonstra a DESUNIÃO dos Países Produtores de Café. “Na minha opinião deveríamos procurar a União dos Países Produtores”. Durante a reunião da OIC, em Abril passado, a SINCAL provocou uma reunião paralela com 26 países produtores, e todos esses países são favoráveis a criação da Organização dos Países Produtores de Café. A SINCAL elaborou um documento com as premissas básicas que foi unanimemente aprovado.

Com o atual governo e com essas pseudo lideranças, o momento é impróprio para tal Organização. Necessitamos de um novo governo com ideais de Empreendimento e com uma visão realmente social, visando produzir riquezas e, não ficarmos atrelados a Inteligência Artificial e a serviço dos grandes Oligopólios.

Temos que virar o jogo. Nossos agradecimentos ao Fernando Morales pela sua luta.

Confira o artigo no link abaixo:


Atenciosamente,

                                 Armando Mattiello
                              Presidente da SINCAL

domingo, 19 de agosto de 2018

Confira entrevista com o Presidente da SINCAL – Sr. Armando Mattiello






Cotação do café arábica em Nova Iorque é a menor em 35 anos.

Em São Paulo, a jornalista Sara Kirchhof conversou com o Armando Mattiello, diretor presidente da Associação dos Cafeicultores do Brasil, que fez duras críticas ao atual sistema de preços no mercado futuro do café. Acompanhe.

Fonte: Canal do Boi
Publicado em 16/08/2018

terça-feira, 7 de agosto de 2018

CONCURSO DE QUALIDADE DE CAFÉ – GUAPÉ/MG




A EMATER através do escritório local de Guapé/MG estará promovendo algo inédito para a valorização dos cafés especiais do Município. O 1º Concurso de Qualidade de Café. Os ganhadores terão uma premiação até o terceiro lugar. Além da premiação haverá ampla divulgação dos lotes dos melhores colocados o que possibilitará a venda desses cafés com ágio significativo devido ao diferencial da qualidade dos cafés do Município de Guapé/MG uma região onde registra-se lavouras a mais de 1.200 metros de altitude, conferindo aos cafés características especificas e únicas. A organização do evento procura incentivar elevar o nível do nosso valioso produto. Dentro desse contexto estimular ao produtor rural melhorar os tratos no pós colheita com os cuidados no terreiro, na limpeza das máquinas e outros.

As amostras serão recebidas em setembro e a etapa de classificação ocorrerá em outubro.

Em breve informaremos as datas e locais de entrega das amostras para os interessados em participar, bem como as demais regras do concurso.

A SINCAL apoia eventos nesta natureza como forma de incentivar e valorizar o trabalho do cafeicultor, agregando valor ao café e mostrando o potencial das mais distintas regiões produtoras.



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quarta-feira, 11 de julho de 2018

Confira entrevista com o Presidente da SINCAL - Armando Mattiello



CAFÉ FORTE

Análise: por que as exportações de café não atingiram as expectativas?

Para se ter uma ideia, a média para o período é de três milhões de sacas por mês. No último mês, as exportações não passaram de 2,2 milhões de sacas

9 de julho de 2018 às 20:59
Por Canal Rural

No final da semana passada, os preços do café no mercado futuro voltaram a subir, mas, mesmo com a reação, as exportações seguem lentas. Para se ter uma ideia, a média para o período é de três milhões de sacas por mês. No último mês, as exportações não passaram de 2,2 milhões de sacas. O presidente da Associação dos Cafeicultores do Brasil, Armando Mattiello, faz uma análise do mercado.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Confira entrevista do presidente da SINCAL, Armando Mattiello, no programa "A Voz do Produtor Rural"


Confira entrevista do presidente da SINCAL, Armando Mattiello, no programa "A Voz do Produtor Rural" em 05 de Maio de 2018

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Assista depoimento do presidente da SINCAL na 121º Assembleia da IOC no México



O Presidente da Associação dos Cafeicultores do Brasil – SINCAL, Sr. Armando Mattiello, compartilha sua opinião sobre os problemas enfrentados pelos produtores brasileiros, no durante sua participação na 121° Assembleia da OIC no México, realizada de 09 a 13 de Abril de 2018.

domingo, 22 de abril de 2018

Sugestão de medida para minimizar a ação de possíveis geadas

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A SINCAL através de contatos com o Dr. José Brás Mattiello, uma vez que estamos acompanhando várias manifestações com previsões e artigos sobre uma possível ocorrência de geadas em regiões produtores de café, vem apresentar um trabalho sobre medidas para o produtor minimizar os efeitos da geada.

Neblina atmosférica

            A proteção pela neblina ocorre através da redução na radiação térmica para o espaço, funcionando como se fosse uma nuvem, mantendo calor sobre a área. Apesar do processo ser seguro, para geadas de irradiação, a sua eficiência depende de muitos cuidados, necessários ao preparo, com antecedência, dos materiais e equipamentos, ter uma equipe treinada e agir em curtíssimo prazo, na madrugada da geada. Além disso, uma outra dificuldade a transpor é a necessidade de proteger toda a bacia, observada e demarcada sobre cartas do IBGE, a qual, na maioria das vezes, compreende várias propriedades, que, assim, deveriam agir em conjunto, coordenadamente.

            Existem 2 tipos fundamentais de nebulizadores anti-geada:

a) formadores de neblina aquosa;

b) de neblina oleosa.

A neblina oleosa é formada pela queima de óleo diesel em equipamentos termonebulizadores (tipo Dynafog ou Pulsfog), existindo, ainda, máquinas (tipo Venturi) que produzem aerosóis pela atomização de óleo em uma corrente de ar quente, que apresentam bons resultados, produzindo gotas de 10-30 microns (ideais antigeada) e têm capacidade para nebulizar mais de 300 litros de óleo por hora, podendo ser transportados sobre veículos, atingindo vários pontos e podendo cobrir grandes bacias, substituindo muitas baterias de tambores com mistura fumígena antigeada. O equipamento Pulsfog gera neblina, através de gotas de óleo, à razão de 120 l/hora, para 60 ha.
A neblina aquosa é obtida pela condensação da umidade do ar, através da queima de misturas fumígenas, antes disponíveis no mercado na forma de cápsulas (Britageada, Fumex, Glacida etc) e, atualmente, só podendo ser preparadas pelo próprio cafeicultor, como a serragem salitrada, conforme fórmula a seguir:

Pó-de-serra (serragem de madeira).......100 litros
Salitre do Chile...........................................8 litros
  ou
Nitrocálcio.................................................12 quilos
Óleo queimado ou diesel............................5 litros

            A mistura deve ser bem homogeneizada e peneirada, em seguida depositada ( 80 l) em meios tambores de 200 l (cortados transversalmente). O nº de tambores depende do tamanho e características da bacia, sendo, normalmente, usados em baterias (5-10 tambores), cada bateria dando para 200-500 ha de área total da bacia hidrográfica a ser protegida e onde se encontram os cafezais a proteger. Para acender deve-se derramar 1 xícara de álcool ou gasolina sobre a mistura no tambor e atirar um fósforo. Após 3-4 minutos queimando em chama, caso não apague, deve-se abafar, com tampa ou regando pouca água, para que fique apenas neblina, que dura 20-60 minutos. Aceso o 1º tambor da bateria observa-se o caminhamento da neblina.
            Se ela descer a encosta rapidamente é sinal que é noite de geada típica. Acende-se, em seguida, os demais. Se a neblina subir e se dissipar, quer dizer que não é noite de geada e suspende-se a nebulização.

            A grande desvantagem da neblina aquosa, com a mistura salitrada, é que os núcleos de condensação são de alcatrão, pouco higroscópicos, menos estáveis, o que acelera a dissipação da neblina, deixando de funcionar adequadamente.
            Além dos cuidados na localização dos nebulizadores (de neblina aquosa ou oleosa) e no seu modo correto de utilização é muito importante observar o momento certo de fazer a neblina, caso contrário ou se perde o tempo e o material ou se perde a oportunidade de evitar a geada: 1º).É preciso ficar atento aos avisos de previsão de geada, a nível regional (Inst. de Meteorologia). 2º) É necessário manter termômetros na lavoura, principalmente em sua parte mais baixa. Esses termômetros devem ser colocados em estacas dentro dos cafezais a  50 cm de altura do solo; 3º) É preciso observar, à noite, se a atmosfera é calma, o céu estrelado e se a temperatura (em abrigo meteorológico) tenha atingido menos de 10ºC à tardinha (18:00h) e se tenha havido ventos frios, de norte a oeste, nos 2-3 dias anteriores. 4º) O início da aplicação da neblina deve ser quando a temperatura dos termômetros, na parte mais baixa ( + fria) do cafezal atingir + 2ºC, mesmo antes da meia-noite.
            Se essa temperatura for atingida pelas 3 horas da manhã bastará usar metade da neblina prevista e se essa temperatura for observada após 5 horas da manhã já não é preciso nebulizar.
            Como se vê, é preciso investir e ter muita atenção, sendo arriscado não dar certo. Por isso, pouquíssimos produtores ainda tentam usar a proteção direta. Vale, então, para a geada, o ditado: - É mais fácil prevenir do que remediar. Portanto, tendem a crescer, na prática, as medidas preventivas conforme aqui detalhado.