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Apresentação do presidente da SINCAL, Sr. Armando Mattiello, na Audiência Pública “Cenário da Política pública Brasileira para o Café”.

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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Apresentação da SINCAL na Audiência Publica “Cenário da Política publica Brasileira para o Café”


Apresentação do presidente da SINCAL, Sr. Armando Mattiello, na Audiência Pública “Cenário da Política pública Brasileira para o Café”.

Produtores de café reclamam do baixo preço do produto


Produtores de café reclamaram nesta quinta-feira (24) do baixo preço do produto. Em audiência pública na Câmara dos Deputados, eles acusaram o governo de descumprir o Estatuto da Terra (Lei 4.504/64), que estabelece que o preço mínimo dos produtos agrícolas deve levar em consideração o custo efetivo da produção, acrescido das despesas de transporte para o mercado mais próximo e da margem de lucro do produtor, que não poderá ser inferior a 30%.

Neste ano, o governo brasileiro revisou o preço mínimo do café arábica, variedade superior produzida no País, em 0,84% ou R$ 2,79, ficando o preço em R$ 333,03 a saca de 60 kg. O valor revoltou o setor produtivo.

O diretor-presidente da Associação dos Cafeicultores do Brasil, Armando Mattiello, afirmou que os produtores enfrentam prejuízos e que o preço mínimo aplicado aqui é 25% menor do que o valor do café na bolsa de Nova York.

"Nós nunca sequer encostamos na bolsa de Nova York, isso não tem lógica. Um país que tem 35% de market share, e não ser protagonista, é porque é muito ruim. Quem tem 35% do mercado tem que mandar, não tem que pedir. Hoje, o preço mínimo do café deveria estar em R$ 693. Em 42 milhões de sacas, estamos falando de um prejuízo de R$ 29 bilhões", disse Mattiello.

Preço mínimo

O preço mínimo é utilizado como referência para políticas na cafeicultura e nos programas de subvenção. O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, informou que o governo não pode aumentar o preço e criar falsas expectativas no setor.

"Eu sei que esses números podem ser questionados, mas não adianta a gente criar um preço mínimo, que fica muito acima do valor do custo variável, porque não tem orçamento para fazer os mecanismos de comercialização no momento certo. Não adianta dizer que nós temos R$ 2 bilhões ou R$ 3 bilhões para fazer subvenção, porque neste momento, orçamentariamente falando, nós não temos", afirmou.

Auditoria internacional

Autor do requerimento para realização da audiência pública, o deputado Carlos Melles (DEM-MG) lamentou o empobrecimento dos produtores de café, principalmente nos municípios pequenos do País. Ele sugeriu a aplicação de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) na contratação de uma auditoria internacional.

"Se o Brasil, através do Funcafé, não contratar uma auditoria internacional para que passe a ter transparência nos números do café, nós vamos sempre ficar reféns e fazendo bobagens", disse o parlamentar.

Carlos Melles é coordenador da Frente Parlamentar Mista do Café, que teve atuação importante ao barrar a tentativa do governo federal de importar o produto no início do ano. Em fevereiro, o governo chegou a abrir uma janela de quatro meses para a importação, mas a atuação da frente interrompeu o processo. Essa poderia ter sido a primeira vez que o Brasil, maior produtor mundial de café, recorreria à produção dos concorrentes para compensar a safra pequena deste ano, afetada pela seca.

A audiência sobre o setor cafeeiro foi promovida pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara do Deputados.

Reportagem – Geórgia Moraes
Edição – Pierre Triboli

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

AUDIÊNCIA PÚBLICA "CENÁRIOS DA POLÍTICA BRASILEIRA PARA O CAFÉ"


A SINCAL – Associação dos Cafeicultores do Brasil, através de seu presidente Sr. Armando Mattiello, participará da Audiência Publica “Cenário da Política publica Brasileira para o Café”, que acontecerá em Brasília no dia 24 de Agosto de 2017, onde estará expondo sua retorica sobre a caótica situação do setor. Onde o preço mínimo não corresponde, sequer, a 80% do custo de produção.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Cocatrel incorpora a M Coffees e amplia Departamento de Exportação e Cafés Especiais




Há alguns anos a Cocatrel vem incentivando seus cooperados a produzirem com qualidade, com foco nos cafés especiais. Além disso, passou a prospectar compradores e negociar os cafés de seus cooperados para o exterior, dando início às exportações.

Com o mercado de café cada vez mais exigente, é importante ter as ferramentas certas e pessoas chaves para alcançar o sucesso. Pensando nisso, a Cocatrel não poupou esforços para reforçar seu time de colaboradores, incorporando a MCoffees.com, uma empresa já consolidada e com experiência no mercado de cafés especiais e exportação.

Gabriel Miari, que é trader, explica que “a MCoffees.com é uma empresa especializada em conectar os produtores a torrefadores e importadores de cafés, principalmente especiais, no mundo inteiro. Temos uma ampla rede de contatos em 39 países. Há um ano e meio trabalhamos na prospecção e desenvolvimento dessa cartela e desses relacionamentos, que agora passam a ser da Cocatrel, que absorveu todo o know-how da MCoffees.com, para beneficiar o produtor e conseguir uma remuneração melhor na venda de seus cafés para o mundo”.

A partir dessa ousada e importante aquisição, a Cocatrel visa conectar o produtor ao comprador que, com a chamada “terceira onda do café”, está cada vez mais interessado na origem dos cafés e em conhecer a história de quem ele está comprando.


O novo departamento da Cocatrel vai trabalhar com exportações (cafés finos comerciais e especiais) e está localizado junto à cafeteria, em Três Pontas. “Daremos foco aos produtores que estejam fazendo um trabalho diferenciado com seus cafés, buscando qualidade”, afirma Gabriel.

A Cocatrel, agora dona da marca MCoffees.com, continuará utilizando a mesma para aproveitar da expertise e do nome já consistente no mercado, visando a valorização do produtor e da cooperativa, que se fortalece, ainda mais, no Brasil e no mundo.

Segundo Manoel Rabelo Piedade, superintendente comercial da Cocatrel, a diferenciação impulsionada pela exigência de Cafés Especiais do mercado externo agrega valores e traz oportunidades de negócios. “É pensando nisso, que a Cocatrel está desenvolvendo este novo sistema de comercialização de cafés especiais. Contamos hoje com uma equipe de profissionais especializados que passarão a ir de encontro aos produtores, em suas propriedades, os auxiliando na condução e manejo dos especiais. Há uma enorme variedade de cafés diferenciados em nossa região e possuímos ótimo clima, tipo de solo e altitude para produzir estes cafés. A Cocatrel já vem selecionando cafés com alta pontuação e procurando exportar diretamente para consumidores finais, agregando, assim, preços mais justos para os cooperados. Se você tem cafés diferenciados, procure nosso departamento, anexo à Cafeteria, ao lado da Loja Matriz”, destaca.

Para mais informações, os novos colaboradores Gabriel, Hugo e Iandra estarão à disposição dos cooperados no Laboratório de Cafés Especiais da Cocatrel, localizado atrás da Cafeteria.


Fonte: Asscom Cocatrel

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

11º Encontro Nacional do Café 2017

      

O presidente da SINCAL Sr. Armando Mattiello participou do 11º Encontro Nacional do Café 2017 realizado na Fazenda Vidigal – Barra do Choça – BA, no período de 30 de Julho a 01 de Agosto onde ministrou palestra sobre "A Situação atual das políticas cafeeiras". 


O evento foi um sucesso e contou com um grande número de participantes entre cafeicultores, empresários, vários palestrantes e autoridades no seguimento café.

A SINCAL parabeniza os organizadores Sr. Gianno Brito e Sra. Valéria Vidigal que não mediram esforços na realização deste evento.

Foram ministradas inúmeras palestras conforme abaixo:






terça-feira, 1 de agosto de 2017

Governo edita MP para renegociação de dívidas no âmbito do Funrural

 Anistia a dívidas com o Funrural pode ser votada pelo Plenário na próxima semana



Governo editou nesta terça-feira medida provisória (MP) com o Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), em mais uma iniciativa que permitirá a renegociação de débitos junto à Receita Federal do Brasil e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional com concessão de alívio aos contribuintes.

Segundo a MP, poderão ser renegociadas as contribuições no âmbito do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), devidas por produtores rurais pessoas físicas e adquirentes de produção rural e vencidas até 30 de abril de 2017. O parcelamento será em até 180 vezes, com descontos de 25 por cento das multas e de 100 por cento dos juros.

A adesão deverá ocorrer até 29 de setembro.

O pagamento será de, no mínimo, 4 por cento do valor da dívida consolidada, em até quatro parcelas iguais e sucessivas, vencíveis entre setembro e dezembro deste ano, numa janela de tempo que deverá ajudar o governo a garantir recursos extras para o caixa da União neste ano.

A dívida restante poderá ser parcelada em até 176 prestações mensais sucessivas, vencíveis a partir de janeiro de 2018, “equivalentes a oito décimos por cento da média mensal da receita bruta proveniente da comercialização de sua produção rural do ano civil imediatamente anterior ao do vencimento da parcela”.

Os descontos concedidos pelo programa valerão apenas a partir do ano que vem, não entrando na sistemática de pagamento das quatro parcelas iniciais.

A definição sobre o programa veio após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir recentemente pela constitucionalidade do Funrural. Essa era uma das preocupações do setor agropecuário, especialmente de agricultores que se prepararam para a próxima safra.

Além disso, a alíquota base do Funrural foi definida em 1,2 por cento da receita bruta proveniente da comercialização da produção, frente 2 por cento antes. Somando-se as contribuições adicionais, a alíquota cheia do Funrural, que valerá a partir de janeiro de 2018, caíra de 2,3 por cento para 1,5 por cento, em linha com o que vinha sendo discutido.

Fonte: Reuters (Por Marcela Ayres)

​Via: ​CCCMG